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Saudade não é o que a gente sente quando a pessoa vai embora. Seria muito simples acenar um ‘tchau’ e contentar-se com as memórias, com o passado. Saudade não é ausência. É a presença, é tentar viver no presente. É a cama ainda desarrumada, o par de copos ao lado da garrafa de vinho, é a escova de dentes ao lado da sua. Saudades são todas as coisas que estão lá para nos dizer que não, a pessoa não foi embora. Muito pelo contrário: ela ficou, e de lá não sai.
A ausência ocupa espaço, ocupa tempo, ocupa a cabeça, até demais. E faz com que a gente invente coisas, nos leva para tão próximo da total loucura quanto é permitido, para alguém em cujo prontuário se lê “sadio”. Ela faz a gente realmente acreditar que enlouquecemos. Ela nos deixa de cama, mesmo quando estamos fazendo todas as coisas do mundo. Todas e ao mesmo tempo. É o transtorno intermitente e perene de implorar por ‘um pouco mais’.
Saudade não é olhar pro lado e dizer “se foi”. É olhar pro lado e perguntar “cadê?”.
" -(Source: this-spot-in-hell)
Nas escolas aprendemos que o verde representa as florestas, o amarelo representa o ouro e o azul o céu. Poesia para ouvidos inocentes. É essa visão romântica dos fatos que os professores ensinam, deixando de lado a verdadeira história do maior símbolo nacional brasileiro. O real significado é bem mais complexo. Então vamos para a realidade.
O verde não simboliza as nossas exuberantes matas, simboliza a Casa Real Portuguesa de Bragança. Uma família nobre portuguesa, que teve muita influência e importância na Europa e no mundo até ao início do século XX, da qual fazia parte D. Pedro I. Abaixo temos a bandeira pessoal de Pedro II Rei de Portugal:
O amarelo não representa a riqueza do ouro brasileiro, mas sim a Casa Imperial Austríaca de Habsburgo, da qual fazia parte D. Leopoldina. Surgida no século XI, foi a dinastia soberana de vários Estados e territórios. Abaixo temos a bandeira da Monarquia de Habsburgo:
O azul com estrelas simbolizam os estados nacionais e sua posição no céu do Rio de Janeiro na data da Proclamação da República. Talvez a única coisa poética e brasileira nessa bandeira. No entanto, dizem que o azul e o branco também eram cores usadas em bandeiras portuguesas. Abaixo temos o nome de cada estrela e o estado que cada uma representa:
Ordem e Progresso, o lema retirado da frase positivista “O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim.” (L’amour pour principe et l’ordre pour base; le progrès pour but.) do filósofo francês Ausgute Comte.
A atual bandeira brasileira foi criada por Raimundo Teixeira Mendes (filósofo e matemático positivista), Miguel Lemos (diretor do Apostolado Positivista do Brasil), Manuel Pereira Reis (astrônomo) e Décio Vilares (pintor).
Apesar de tudo, a bandeira continua sendo a mais linda de todas.










